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Intercâmbio na Espanha: guia completo de como estudar no país

Fala, galera! Pensando em fazer intercâmbio na Espanha mas ainda não sabe qual o melhor programa pra você?

Nesta postagem te contamos as vantagens de fazer intercâmbio nesse país europeu tão procurado por brasileiros e como você pode realizar seu sonho de estudar na Espanha.

Como estudar na Espanha

Ao escolher estudar na Espanha você estará escolhendo o país europeu com o maior número de universidades, públicas ou privadas. Isso significa mais opções para encontrar aquele que se encaixa melhor a você.

Estude espanhol

A maneira mais simples de fazer um intercâmbio na Espanha é fazendo um curso intensivo de espanhol no país.

Isso porque você pode fazer um curso de até 3 meses no país sem precisar tirar seu visto, apenas sua autorização digital de entrada. Ou seja, menos burocracias e você consegue se desenvolver super rápido no espanhol por conta da imersão total que terá no país.

Ensino superior

Com mais de 80 universidades, a Espanha é um grande polo educacional da Europa.

Existem diversas formas de ingressar nas universidades durante seu intercâmbio na Espanha, uma delas é através da sua nota global do Ensino Médio. Para isso, as documentações necessárias são:

  • Certificado de proficiência em espanhol (DELE, por exemplo);
  • Diploma de conclusão do ensino médio apostilado em Haia e com tradução juramentada;
  • Histórico escolar, apostilado em Haia e com tradução juramentada;
  • Passaporte.

Caso você esteja aplicando para um curso muito disputado, também pode ser necessário realizar uma prova de admissão.

Importante: você precisará validar seu diploma de conclusão do ensino médio no Consulado da Espanha.

Outra maneira de ingressar nas universidades espanholas é através do vestibular, conhecido como Selectividad ou Pruebas de Acceso a la Universidad.

Normalmente os processos de pré-inscrição nas instituições iniciam entre os meses de março e setembro. Por isso, é importante estar atento!

Cada universidade possui seu próprio processo de ingresso, esteja atento as plataformas de comunicação institucional.

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Universidade na Espanha: como estudar e trabalhar no país

Com o visto de estudante espanhol você poderá trabalhar meio-período durante seu intercâmbio na Espanha.

Durante esse tempo de graduação ou pós você trabalhará enquanto um estagiário ou trainee, por exemplo.

Importante: a autorização para trabalhar deverá ser requisitada ao governo assim que você receber uma oferta profissional na Espanha.

Após 3 anos seguidos com o visto de estudo e autorização de trabalho você poderá solicitar uma nova modalidade: residência e trabalho, contanto que tenha um contrato de trabalho.

Como conseguir bolsas de estudo pra estudar na Espanha

Existem diversos programas que oferecem bolsas de estudo para as Universidades espanholas. Como por exemplo a Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado e a Universidad Complutense Madrid.

Porém, é preciso ter um bom histórico escolar e se manter atualizado. Além disso, é importante ter em mãos as documentações necessárias para ingressar nas instituições e programas de bolsas de estudos.

E por isso, a presença de alguém com mais experiência te guiando nesse processo e te ajudando nos mínimos detalhes faz toda a diferença. Pensando nisso, nós da Dreams Intercâmbios oferecemos a nossos estudantes uma Assessoria Acadêmica especializada em instituições de ensino no exterior.

Para entender melhor como funciona nossa Assessoria Acadêmica, entre em contato com nossos consultores aqui. Não custa nada e eles estão dispostos a te ajudar com suas dúvidas!

Precisa de visto pra estudar na Espanha?

Como já dissemos antes, se você pretende ficar até 90 dias na Espanha você não precisará de um visto, apenas a autorização de entrada na Europa!

Caso seu curso ultrapasse esse periodo, será necessário tirar um visto de estudante, que pode ser realizado no Consulado Geral da Espanha em sua cidade. Neste link você pode conferir qual o consulado mais próximo a você.

Visto de estudante na Espanha: documentações necessárias e como solicitar

Para solicitar seu visto de estudante você precisará organizar suas documentações, que são:

  • Comprovação de que foi aprovado na instituição de ensino;
  • Atestado médico: necessário caso você permaneça mais do que 6 meses no país;
  • Seguro;
  • Comprovação de renda: o equivalente ao IPREM do ano em que estará no país, cerca de 579,02€ por mês
    • A comprovação pode ser feita através de dinheiro em conta ou imposto de renda;
    • Você pode ter alguém de sua família patrocinando seu intercâmbio na Espanha.
  • Formulário de solicitação de visto;
  • Uma foto 3×4 recente;
  • Passaporte original;
  • Diploma ou histórico acadêmico;
  • Comprovante de residência no Brasil;
  • Título de eleitor;
  • Certidão de antecedentes criminais.

Seu visto deverá ser solicitado pessoalmente com pelo menos 30 dias de antecedência a data da viagem.

Também deverá ser paga uma taxa no valor de R1111$ 367,00 ao consulado. Normalmente, este valor é pago em espécie – confira com o consulado quais opções de pagamento eles possuem.

O visto para estudar na Espanha dura 120 dias e ao chegar no país você precisará solicitar a Carteira de Estrangeiro, que costuma ser válida por até 1 ano – podendo ser renovada.

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Vale a pena estudar na Espanha?

A Espanha é um dos melhores países da Europa para fazer um intercâmbio em 2022. E não é atoa que mais e mais brasileiros buscam aprimorar seu espanhol no país: além das maravilhas locais, o país facilita a vida de brasileiros que desejam residir no país.

Após 2 anos de residencia temporária, você estará qualificado para residir permanentemente no país. Bom demais, né?

Um intercâmbio na Espanha é rico em experiências, por conta das belezas naturais presentes na região. O país possui mais de 5 mil quilômetros banhados pelo mar. Um das praias, conhecida como Playa de Ses Illetes foi eleita em 2016, pelo TripAdvisor, a melhor praia da Europa.

Ainda é possível visitar ilhas belíssima, como Ibiza, Tenerife, ou as Ilhas Canárias, com ruas feitas completamente de areia.

Porém, o que realmente captura o coração de muitos que vão estudar na Espanha é a comida. A culinária espanhola é cheia de pratos com frutos do mar, frutas, vegetais e jamón, presuntos incríveis e com sabores característicos.

Por isso, se você deseja um intercâmbio único e inesquecível, a Espanha é o caminho. E nós estamos aqui pra te ajudar a realizar esse sonho.

Nossos consultores estão abertos para tirar suas dúvidas, te ajudar a se planejar financeiramente e te auxiliar durante todo o seu caminho até seu sonho de estudar no exterior. No link abaixo você poderá deixar seu contato e eles falaremos com você o quanto antes!

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Austrália Estude e trabalhe no exterior Estude um idioma fora do Brasil Graduação e Pós no Exterior Tudo sobre intercâmbio Vistos e documentações

Visto australiano: tudo que você precisa saber antes de aplicar

Fala, galera! O visto faz parte das documentações essenciais de um intercambista e, por isso, preparamos esse guia completo sobre como tirar o visto australiano, com foco no de turismo e estudante.

Aqui você poderá conferir os valores envolvidos na aplicação, tempo de duração e dicas pra que suas chances de aceitação sejam ainda maiores.

Você verá nesta postagem:

  1. O que precisa para tirar visto australiano?
  2. Quanto custa para tirar o visto australiano?
  3. Quanto tempo demora para tirar o visto australiano?
  4. Quais os tipos de vistos para Austrália?
  5. Como funciona o visto de estudante na Austrália?
  6. Quanto tempo dura o visto australiano e quanto tempo posso ficar na Austrália?‍
  7. Como aumentar suas chances de ter o visto aprovado?

O que precisa para tirar visto australiano?

Desde dezembro de 2021 as fronteiras da Austrália estão abertas para estudantes e profissionais qualificados que possuem ao menos 2 doses da vacina de COVID-19.

Isso, somada a outras medidas que vem sendo tomadas, significa que o país está investindo em migrantes que podem trazer benefícios para a Austrália.

Enquanto estudante de graduação ou pós, um imigrante na Austrália contribui para o sistema educacional e desenvolvimento de pesquisas, crescendo profissionalmente em conjunto com sua área de estudo.

Já os profissionais qualificados que desejam entrar na Austrália e ocupar vagas que estão com alta demanda, contribuem diretamente para o crescimento e manutenção da economia.

Visto Australiano: lista de requisitos básicos

A aplicação do visto australiano para brasileiros é feita inteiramente online através do site da imigração, que você pode conferir clicando aqui.

Antes de iniciar o processo de aplicação do seu visto australiano, organize as documentações e possíveis requerimentos, bem como:

  1. Foto: uma foto 5×7 tirada nos últimos 6 meses;
  2. Passaporte: cópia colorida do passaporte, válido durante todo o período que você deseja ficar no país;
  3. Cartão de vacina: com a vacina de febre amarela e COVID-19 em dia;
  4. Carteira de trabalho: no caso de aplicação para trabalhar no país;
  5. Seguro de viagem: é obrigatório que você tenha a cobertura de um seguro durante todo o período que pretende ficar no país;
  6. Comprovação de renda (falamos um pouco mais no próximo tópico da postagem);
  7. Certificado de cursos subsequentes: técnicos, graduação ou pós (no caso de visto de estudante)
  8. COE e LOA: confirmação de matrícula no curso e carta de aceitação (necessário apenas para visto de estudante – em cursos com mais de 14 semanas de duração)
  9. Carta de intenção: carta onde você explica as intenções por trás da sua entrada no país
  10. Comprovante escolar ou/e carta de licença do trabalho: comprovando seu vínculo com o Brasil.

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Quanto custa para tirar o visto australiano?

Os custos básicos do visto australiano são referentes as taxas, que podem variar de acordo com o tipo de visto.

Lembrete: Caso você precise fazer ou renovar seu passaporte ou prefira ter o suporte de uma assessoria especializada em vistos australianos durante a aplicação, esse custos extras devem entrar na sua planilha de gastos.

As taxas consulares para a aplicação do visto de turismo e estudante na Austrália são, respectivamente, AUD$ 140 e AUD$ 638. No caso da aplicação para visto de estudante, também é necessário pagar uma consulta médica (com um médico indicado pelo consulado), que fica entre R$700 e R$900 reais.

No próprio site da imigração australiana existe um simulador dos custos envolvidos no visto, que você pode conferir aqui.

Comprovação de renda para visto

Além das taxas consulares, também é necessário comprovar a sua renda – e de quem mais for com você. Mas, calma! A comprovação de renda é apenas uma maneira do governo de garantir que você tem condições de permanecer no país durante o intercâmbio.

A famosa “proof of funds” é pedida por diversos países, como o Canadá, outro queridinho de intercambistas. Para o visto de estudante é necessário que o estudante tenha AUS$ 17753.42 para cada mês que for ficar no país – se você pretende fazer uma graduação, por exemplo, só precisará comprovar para o primeiro ano.

Além do valor mensal, o aluno precisa ter o valor de seu curso em mãos e das passagens aéreas. E caso você esteja planejando levar acompanhantes com você, como filhos ou cônjuge – saiba que é super possível! O valor da comprovação sobe um pouco, de forma a sustentar todas as pessoas envolvidas.

Documentos para Proof of Funds na Austrália

A melhor documentação para comprovação de renda é o imposto de renda. Porém, outras documentações podem ser utilizadas, como:
1. Extratos bancários dos últimos 3 meses, incluindo investimentos;
2. Contracheques dos últimos 3 meses;
3. Extrato do cartão de crédito dos últimos 3 meses.

Caso seu intercâmbio esteja sendo custeado por outra pessoa, como seus pais, esposa ou outro familiar, esses documentos deverão comprovar a renda do seu Sponsor. Além disso, você precisará de uma Carta de Custeio.

Apesar dos valores envolvidos serem altos, é importante lembrar que em pouco tempo trabalhando no país esse valor será ressarcido. No link abaixo falamos um pouco mais sobre o salário mínimo na Austrália, que é atualmente o maior do mundo, vale a pena conferir!

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Quanto tempo demora para tirar o visto australiano?

O tempo de resposta do visto australiano pode variar bastante. O ideal é que o estudante comece a contar após a realização da consulta com o médico indicado pelo consulado – você recebe as instruções após a aplicação. Atualmente o tempo médio de resposta do consulado australiano tem sido de 6 a 8 semanas.

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Quais os tipos de vistos para Austrália?

Antes de aplicar para seu visto australiano, você precisa saber qual o melhor visto para você.

No site oficial do Governo Australiano estão disponíveis todos os vistos e requisitos, por isso, abordaremos aqui apenas os vistos mais comuns e procurados por brasileiros.

NomeCategoriaPerfilTaxas Consulares
Student Visaestudo+6 anos de idade,
cursos de +14 semanas e menos de 5 anos
AUD$ 630
Student Guardianestudoresponsável por menor de 18 anos (depende do visto do estudante)AUD$ 630
Training Visaestudopessoas com objetivo de fazer treinamento corporativo/profissionalAUD$315
eTAturismopara quem tem passaporte canadense, europeu ou americano
Visitor Visaturismoquem pretende ficar até 12 meses no país, sem trabalhar ou fazer curso subsequenteAUD$145

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Como aumentar suas chances de ter o visto aprovado?

Ufa! É muita informação, né? A verdade é que todo o processo burocrático pode ser meio confuso, mas com este guia temos certeza de que você conseguirá ter uma boa noção do que você precisa para aplicar pro seu visto australiano.

Pra evitar receber uma recusa do consulado, você precisa estar com todos os documentos em dia, além de ter uma boa carta de intenção. Por isso, procure conhecer bem todo o processo e o que o consulado tem visto nas última aplicações como algo positivo ou negativo.

Além disso, evitar atrasos na entrevista, faltar com respeito com algum dos envolvidos ou solicitar um visto que no qual você não se encaixa não irá te ajudar em nada – claro, né?

Uma boa maneira de evitar dores de cabeça durante o processo é buscar suporte de especialistas que estão preocupados com seu futuro e sucesso.

Aqui na Dreams Intercâmbios, contamos com um time especialista em vistos que atua em todo o processo, desde a estratégia de aplicação do visto, até o momento da sua viagem. Entra em contato com a gente e tira suas dúvidas! Esperamos por você!

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Países que não precisam de visto para brasileiros

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Países que não precisam de visto para brasileiros

Fala, galera! Existem muitos países ao redor do mundo com as portas abertas para brasileiros, mesmo que por tempo limitado, e hoje trouxemos diversos países que não precisam de vistos para brasileiros.

Você verá nesta postagem:

  • Países que brasileiros não precisam de visto para morar
  • América: países que não precisam de visto
  • Países que não precisam de visto para brasileiros na Europa
  • Ásia: países que você pode entrar sem visto
  • Países que precisam de visto para brasileiros

Países que brasileiros não precisam de visto para morar

Existem cerca de 195 países, de acordo com as regras da ONU, espalhados entre 6 continentes.

Cada país possui suas próprias regras de imigração, que muitas vezes pode variar por conta de acordos e tratados entre nações.

Graças ao tratado do Mercosul, brasileiros podem não apenas visitar, mas também morar em alguns países da América do Sul por até 2 anos. São eles:

  • Argentina
  • Paraguai
  • Uruguai
  • Chile (até 1 ano no país, com o objetivo de encontrar emprego)

América: países que não precisam de visto

Porém, se sua intenção é fazer um intercâmbio ou uma viagem de até 90 dias sem a burocracia de tirar um visto, esses são os países da América que liberam a entrada de brasileiros:

América do Sul

Países que não precisam de vistoTempo que você pode
ficar no país sem visto
Argentinaaté 90 dias
Peruaté 90 dias
Chileaté 90 dias
Paraguaiaté 90 dias
Uruguaiaté 90 dias
Venezuelaaté 90 dias
Colômbiaaté 180 dias
Equadoraté 90 dias
Guianaaté 90 dias
Surinameaté 90 dias
Bolíviaaté 30 dias

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Países que não precisam de vistoTempo que você pode
ficar no país sem visto
Antígua e Barbudaaté 180 dias
Barbadosaté 180 dias
Costa Ricaaté 90 dias
Dominicaaté 90 dias
El Salvadoraté 90 dias
Granadaaté 90 dias
Guatemalaaté 90 dias
Belizeaté 90 dias
Haitiaté 90 dias
Hondurasaté 30 dias
Jamaicaaté 90 dias
Nicaráguaaté 90 dias
Panamáaté 90 dias
República Dominicanaaté 90 dias
Santa Lúciaaté 90 dias
São Cristóvão e Nevisaté 90 dias
São Vicente e Granadinasaté 90 dias
Trinidad e Tobagoaté 90 dias
Méxicoaté 90 dias
Bahamasaté 90 dias

Brasileiros na Europa

Na Europa, é possível visitar todos os países sem a necessidade de apresentar um visto. Seja uma viagem ou intercâmbio, brasileiros podem ficar até 90 dias em cada país do continente!

São mais de 40 países no continente europeu, entre eles os favoritos são: Irlanda, Alemanha, França e Itália.

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Ásia: países que você pode entrar sem visto

Apesar de não ser tão procurado quanto a Europa e América do Norte, o continente asiático possui belezas indescritíveis e cerca de 15 países permitem a entrada sem visto por até 30 ou 90 dias.

Dentre eles, os destinos mais buscados são:

  • Chipre – até 90 dias
  • Cingapura – até 30 dias
  • Filipinas – até 59 dias
  • Indonésia – até 30 dias
  • Maldivas – até 90 dias
  • Tailândia – até 90 dias

Países que precisam de visto para brasileiros

Outros países, porém, precisam de visto para a entrada de brasileiros. Um exemplo é os Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Por isso que aqui na Dreams trabalhamos com nossa assessoria de vistos, que dá o suporte para o estudante e turista durante todo o processo de aplicação.

Você pode entrar em contato pelo link abaixo ou conferir mais conteúdos sobre o assunto em nosso blog, Instagram ou YouTube!

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Tudo sobre intercâmbio Vistos e documentações

Tudo sobre visto na Irlanda: quais os tipos, custos e como solicitar

Fala, galera! Pensando em fazer seu intercâmbio para Irlanda mas está na dúvida sobre como funciona o processo de visto? Nesta postagem falaremos se brasileiros precisam de visto para entrar no país, quais os tipos de visto e todas as documentações necessárias.

Você verá nesta postagem:
1. Brasileiros precisam de visto pra entrar na Irlanda?
2. Visto na Irlanda: quais os tipos de visto? (e requisitos)
3. Por que fazer intercâmbio na Irlanda?

Brasileiros precisam de visto pra entrar na Irlanda?

Em Julho de 2021 o governo irlandês autorizou a entrada de estudantes e turistas brasileiros sem visto. A medida é válida para aqueles que pretendem ficar até 3 meses (90 dias) no país.

Caso seu intercâmbio tenha uma duração mais longa que 3 meses, você deverá solicitar o visto adequado quando já estiver na Irlanda.

Porém, mesmo sem precisar de um visto para entrar no país, alguns documentos são importantes. Tenha em mãos ao pousar na Irlanda:

  1. Passagem de volta;
  2. Passaporte válido por seis meses (no mínimo);
  3. Seguro-viagem;
  4. Comprovação financeira* (com um extrato de conta bancária estrangeira, extrato de cartão pré-pago ou de instituição irlandesa);
  5. Reserva em hotel ou carta-convite da residência em que irá ficar;

Visto na Irlanda: quais os tipos de visto?

O Serviço Irlandês de Naturalização e Imigração (INIS) tem uma lista de vistos para estrangeiros como o de turista, trabalho, casamento, união familiar, e mais. Falaremos um pouco sobre os principais vistos e tudo que você precisa para tirar o seu.

Nota: se você estiver pensando em ir para a Irlanda do Norte, saiba que essa região faz parte do Reino Unido (UK). Por isso, as regras para ingresso seguem as de outros países como Inglaterra e Escócia.

Os vistos irlandeses são divididos em 3 grupos principais:
1. Visto de estudante (Stamp 2 e 2A)
2. Visto de trabalho
3. Visto de permanência

Abordaremos os vistos de estudo e trabalho a seguir.

Visto de estudante (Stamp 2)

Para estudantes brasileiros que desejam estudar na Irlanda mais de 90 dias, o visto aconselhado é o Stamp 2, com prazo de expiração de 8 meses. Ainda é possível renovar esse visto duas vezes, permanecendo um total de dois anos na Irlanda enquanto estudante de idiomas.

Com este visto irlandês você poderá frequentar aulas regularmente e trabalhar até 20h/semanais durante o período de aulas. Durante as férias do curso, a carga horária de trabalho poderá ser duplicada, chegando a 40h/semanais.

Requisitos para tirar visto de estudante na Irlanda

Só é possível tirar o visto de estudante na Irlanda se o aluno estiver matriculado em um curso de no mínimo 25 semanas de duração, com carga semanal de pelo menos 15h/semanais.

Os documentos necessários são:
1. Carta da escola em que estudante está matriculado;
2. Comprovante de pagamento do curso
3. Ter seguro governamental ou médico privado de uma empresa irlandesa;
4. Comprovação financeira de 3000 mil euros;
5. Comprovação de endereço;
6. Prova de que escola tem o Learner Protection;
7. Tenha em mãos 300 euros para seu registro do Irish Residence Permit (IRP)

Após sua chegada no país você terá até 3 meses para se organizar em relação as documentações e iniciar o processo de solicitação de seu visto.

Importante: É essencial que a instituição de ensino seja reconhecida pelo governo irlandês. Caso queira conhecer mais sobre as melhores escolas irlandesas, entre em contato com nossos consultores aqui.

Visto de trabalho (Stamp 1)

Se sua intenção é aplicar para um visto exclusivamente de trabalho na Irlanda vai precisar de uma oferta de emprego, a famosa “job offer”. Apenas com esse documento em mãos você poderá aplicar para dar entrada no processo de aplicação que começa com o preenchimento deste formulário online.

Fica a dica: fazer um intercâmbio de estudo de 25 semanas é um dos melhores caminhos para conseguir um emprego no país e, ao final, sua job offer!

Lembrete: Para solicitar o visto de estudante ou trabalho na Irlanda você deverá estar no país.

Clicando aqui você pode acessar uma plataforma que vai te direcionar para a unidade mais próxima de onde você estiver. Apenas assim você conseguirá ficar no país por mais de 3 meses.

Por que fazer intercâmbio na Irlanda?

Seja uma escola de idioma, um college ou uma universidade, você merece o melhor – e a gente sabe disso. E nesse assunto, a Irlanda é uma ótima escolha, pois são centenas de instituições credenciadas, recebendo milhares de alunos estrangeiros todos os anos, que desejam desenvolver as suas carreiras internacionalmente.

Por exemplo, fazendo o seu intercâmbio na Irlanda e sendo um estudante de tecnologia no país, você se torna a mão de obra qualificada que o país precisa, sendo um profissional que estará pronto para o mercado de trabalho das grandes empresas que estão no país. Trabalhe no Google, Facebook ou LinkedIn e faça do seu currículo um dos mais disputados do mundo!

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Dicas de viagem Tudo sobre intercâmbio Vistos e documentações

Como levar dinheiro para o exterior em segurança

Fala, galera! Uma das dúvidas mais comuns de quem está planejando uma viagem para fora do Brasil é como levar dinheiro para o exterior. Nós preparamos este guia completo com as 5 maneiras mais comuns e mais seguras para você levar dinheiro em sua viagem. Ao final do post você poderá comparar todas em uma tabela completinha com vantagens e desvantagens.

O que você verá nesta postagem:

  1. Como levar dinheiro para o exterior de forma segura
    1. Em espécie
    2. Cartão internacional
    3. Cartão VTM
    4. Remessa
    5. Transferências bancária internacional
  2. Resumão: como comprar moeda mais barato

Como levar dinheiro para o exterior de forma segura

Existem algumas formas de levar dinheiro para o exterior, mas o ideal é que você tenha ao menos duas disponíveis, como dinheiro em espécie e um cartão.

Como aqui no Brasil, andar com uma grande quantia de dinheiro nas ruas pode ser perigoso, não apenas pela possibilidade de furtos mas também pela chance de perder.

Por isso, separamos as 5 melhores maneiras de levar dinheiro para o exterior, com suas vantagens e desvantagens, para que você possa escolher as que melhor se encaixam em suas necessidades.

Em nosso canal do YouTube temos um vídeo rapidinho que fala um pouco sobre o assunto que será abordado nesta postagem. Você pode conferir esse vídeo clicando aqui.

Em espécie

Levar dinheiro em espécie – também conhecido como dinheiro vivo ou cash em inglês – é importante, sempre. Alguns locais podem não aceitar cartões, e por isso é interessante ter sempre uma pequena quantia em mãos.

Dito isto, a melhor forma de comprar papel moeda – e economizar também! – é comprando aqui no Brasil em uma casa de câmbio, que podem ser encontradas em diversos locais, como shoppings, por exemplo.

A taxa de IOF (Imposto de Operações Financeiras) para compra de papel moeda em uma casa de câmbio aqui no Brasil é de 1,1%, somado a comissão da corretora, que muitas vezes é mais baixa do que as cobradas por bancos.

Observação: segundo regra estabelecida pela Receita Federal, você só pode levar até 10 mil reais convertidos em moeda estrangeira sem precisar fazer uma declaração.

Simulação de uma compra de papel moeda em casa de câmbio no Brasil

Vamos supor que você queira comprar USD$1.000,00 (mil dólares americanos) aqui no Brasil. Nesse mesmo dia, a cotação do dólar está aproximadamente R$5,408. Convertendo esse valor os mil dólares em reais chegaria a R$5.408,00

Em uma casa de câmbio a taxa de IOF em cima do valor é de 1,1%. Digamos que a empresa cobre uma taxa administrativa (a comissão da corretora) de R$2,99.

Calculando a taxa de IOF em cima do valor em reais de sua compra (R$5.408,00), você estaria pagando mais ou menos R$59,90 de impostos. Isso somado ao valor total em reais e a taxa administrativa, sua compra de mil dólares teria o valor final de mais ou menos R$5.470,49.

Cartão internacional

O cartão internacional é um cartão comum de banco que funciona em outros países. Possui as funções de débito e crédito, cada uma com suas vantagens e desvantagens.

Alguns bancos digitais oferecem o cartão internacional sem anuidade, como o Neon, o C6, Nubank e o Banco Inter. Porém, é possível ter a opção de cartão internacional através de bancos mais tradicionais.

No cartão internacional você pagará suas compras baseadas no valor da moeda no dia da compra, segundo regra do Banco Central que está vigente desde 2020.

A taxa de IOF é de 6,38% sobre o valor de cada compra. Além disso, muitos bancos cobram uma taxa de serviço de em média 5% em cima do valor de cada compra.

A grande diferença entre o cartão de débito e crédito é em questão do pagamento. No caso do cartão de crédito internacional, você só pagará no dia de pagar a fatura.

Cartão VTM

O Cartão VTM ou apenas o Travel Card é o famoso cartão pré-pago. Ele pode ser solicitado em um banco ou casa de câmbio aqui no Brasil.

O valor da moeda que será pago pode depender de casa empresa. Em alguns casos, o valor é o do dia em que você carrega seu cartão. Outras, cobram de acordo com o dia da compra. Por isso, é bom ficar atento e confirmar isso na corretora ou banco.

Sendo um cartão pré-pago ele funciona como um cartão de débito. A taxa de IOF é de 6,38% sobre o valor carregado.

Como levar dinheiro para o exterior: remessa

A remessa ou transferência online, é o envio de dinheiro de um país para outro. Essa transferência é feita online e muito utilizada por empresas e pessoas físicas.

É possível realizar a remessa através de bancos, Correios ou de plataformas onlines. Neste tópico focaremos apenas na remessa realizada por plataformas como a Remessa Online , Wise ou PayPal.

As taxas envolvidas na remessa normalmente são:

  • Taxa de câmbio;
  • Custo da operação;
  • IOF, que com plataforma online costumam ser na faixa de 0,38% para contas de titularidade diferente e de 1,1% para mesma titularidade;
  • Taxa bancária, tarifa de utilização do sistema bancário para transações pra outros países

A remessa internacional através de plataforma online costuma levar 1 dia útil após pagamento para ser concretizada.

Transferências bancária internacional

A transferência bancária internacional é uma forma segura de levar dinheiro para o exterior, mas que fica em desvantagem por conta das várias taxas que os bancos costumam cobrar.

Dependendo do banco, essa transferência pode ser feita pelo próprio aplicativo ou em uma agência, presencialmente.

Uma transação bancária internacional geralmente leva de 2 a 4 dias úteis para ser concretizada. 

Resumão: como comprar moeda mais barato

Como falamos mais acima, os 5 caminhos que mostramos de levar dinheiro para o exterior são seguros e possuem suas vantagens e desvantagens.

Para que sua viagem seja proveitosa, é interessante utilizar ao menos 2 formas de levar dinheiro para fora do Brasil.

Por isso, nós montamos uma tabela para que você possa analisar melhor e decidir as maneiras que mais fazem sentido com suas necessidades.

tempo de transaçãoIOFtaxa de serviçooutras taxas
Em espécieimediato1,1%R$ 2,99* não
Cartão internacionalimediato6,38% (por compra)anuidade do cartão ou 5% do valor da compranormalmente não
Cartão VTMimediato6,38% (sobre valor carregado)depende do banco/corretorataxa de saque
Remessaaté 24h0,38% a 1,1%depende do banco/empresasim
Transferência bancária internacional2 a 4 dias úteis0,38% a 1,1%simtaxa de envio + SWIFT + margem de lucro sobre câmbio
valores médios*

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Imigrar para a Austrália em 2022: novas regras de entrada no país

Austrália abre fronteiras para Brasileiros

Em dezembro de 2021 o país iniciou o processo de abertura das fronteiras para estrangeiros, incluindo brasileiros. As novas regras para imigrar para a Austrália permitem que migrantes com (no mínimo!) as duas doses da vacina para COVID-19 adentrem a Austrália enquanto estudantes e profissionais qualificados.

Sidney, Austrália – Abertura das fronteiras para Brasileiros

Você verá nesta postagem:

  1. Austrália abre fronteiras para Brasileiros
  2. O que brasileiros precisam para entrar na Austrália em 2022
  3. Por que os brasileiros amam a Austrália?

O que você precisa pra imigrar para a Austrália em 2022

Para entrar na Austrália, brasileiros e os demais migrantes devem:

  • Estar totalmente vacinados com uma vacina aprovada pela Administração de Produtos Terapêuticos da Austrália;
  • Possuir um visto válido (de estudante internacional, profissional qualificado, refúgio, humanitário, temporário e vistos de família provisórios);
  • Fornecer comprovação de vacinação;
  • Apresentar teste de COVID-19 (PCR-TR) negativo realizado dentro de 3 dias antes de embarcar em direção a Austrália;
  • No caso de estudantes internacionais, será necessária a realização da quarentena ao chegar na Austrália.
Roadtrip na Austrália

Vacinas aprovadas pela TGA

A Administração de Produtos Terapêuticos na Austrália está responsável por regular as vacinas aceitas (ou não) para ingresso no país. Dá uma olhada na lista a seguir:

  • AusVaxSafety
  • Pfizer
  • Spikevax (Moderna)
  • AstraZeneca
  • Janssen
  • Coronavac (Sinovac)

Por que os brasileiros amam a Austrália?

Países da Oceania, como a Austrália e Nova Zelândia são queridinhos dos brasileiros na hora de migrar. E grande parte disso é devido as políticas de imigração, qualidade de vida e clima.

Hoje separamos 3 motivos que vão te fazer preparar as malas para desvendar as maravilhas da Austrália, se liga:

Clima tropical e paisagens estonteantes

Ao pensar na Austrália é comum que a imagem de um canguru ou da Opera House de Sidney venha a mente. Mas o país vai muito além disso. Com praias disputadas por surfistas e banhistas do mundo inteiro – e um clima tropical maravilhoso – a Austrália pode ser a pedida para quem busca uma melhor qualidade de vida sem perder uma boa praia.

No filme Um verão para toda a vida, podemos ver as belas paisagens da Austrália enquanto acompanhamos o drama de 4 adolescentes orfãos – contando com o Daniel Radcliffe, o ator de Harry Potter! Vale a pena conferir e descobrir mais sobre as belezas do local.

Trabalhe para viver bem – e não o contrário!

Além de uma política de imigração mais flexível – do que o Canadá, por exemplo – a Austrália facilita a tirada do visto de trabalho para estudantes em cursos de duração de mais de 14 semanas, permitindo que você trabalhe até 40 horas quinzenais durante do período letivo.

Outro visto de trabalho é o Working Holiday Visa que dá a intercâmbistas a oportunidade de fazer uma troca cultural e profissional no país. Esse visto tem a validade de 12 meses permite trabalhar em período integral – porém, com um adendo: apenas 6 meses por empregador.

Ah, e se ainda não se convenceu: o salário na Austrália é um dos maiores do mundo, chegando a AUS$ 18,29 a hora trabalhada. Em algumas áreas é possível receber ainda mais.

O estilo de vida australiano

A receptividade dos australianos e a qualidade de vida no país são grandes pontos a levar em consideração na hora de viajar. A Austrália é povoada por pessoas do mundo inteiro, cada uma com uma história diferente vivendo em harmonia.

O país ainda está entre os 10 países mais seguros do mundo segundo a U.S. News & World Report, ficando atrás de locais como a Nova Zelândia, Canadá e Suíça.

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Como tirar seu Visto Americano em 2022

Fala, galera! Em janeiro os EUA anunciaram novas políticas para entrada de estudantes no país. Pensando nisso, separamos tudo que você precisa saber sobre as novas medidas e um passo a passo te ensinando como tirar o seu visto americano – rápido e prático.

Você verá nesta postagem:

  • Visto americano: EUA quer atrair e reter estudantes estrangeiros
  • Como tirar o visto para os Estados Unidos? (passo a passo)
  • Dificuldades na hora de solicitar o visto: vale a pena uma assessoria?

Visto americano: EUA quer atrair e reter estudantes estrangeiros

No dia 21 de janeiro de 2022, a Casa Branca anunciou um novo plano para atração e retenção de estudantes no país.

A medida tem como objetivo aumentar o número de estudantes das áreas conhecidas como “STEM“: ciência, tecnologia, engenharia e matemática (em inglês, science, technology, engineering and mathematics). Você pode descobrir mais sobre os cursos que estão inclusos nesta matéria da HotCourses.

Mais tempo no país: estudantes poderão ter o tempo do visto americano duplicado, chegando a 36 meses do país após o fim do curso.

A ideia é que esses cientistas em formação ingressem em cursos de pós-graduação nos Estados Unidos, permitindo que contribuam por mais tempo e de forma mais significativa com a comunidade e economia americanas.

Estudar nos Estados Unidos: 7 vantagens de fazer intercâmbio nos EUA

Como tirar o visto para os Estados Unidos?

Antes de sair do Brasil rumo aos destinos dos seus sonhos, é importante deixar toda a documentação em dia. O visto é uma autorização que um país dá a um estrangeiro para que possa ficar em seu território, seja como turista ou até mesmo enquanto estudante e/ou trabalhador.

Para solicitar seu visto à embaixada do país, é preciso estar com seu passaporte em dia.

O passaporte é um documento internacional de identificação, e só através dele você consegue entrar e sair de um país, seja o Brasil ou os Estados Unidos.

Clicando aqui você terá acesso a plataforma do governo brasileiro para obter seu passaporte.

Ivy League: tudo sobre as 8 maiores universidades dos EUA

Quais os tipos de visto?

Existem mais de 20 tipos diferentes de vistos para entrar nos Estados Unidos, divididos em duas categorias principais: vistos de imigrante e de não-imigrantes.

Se seu objetivo é fazer um intercâmbio, seja de estudo ou trabalho; ou apenas uma viagem para “turistar”, você se enquadra na categoria de “não-imigrantes”.

Todos os brasileiros necessitam do visto americano para entrar no país, com exceção daqueles que possuem um passaporte de outra nacionalidade, como espanhola, portuguesa ou italiana.

[Post] Países que não precisam de visto para brasileiros

A maioria dos turistas brasileiros precisam do visto do tipo B1/B2. Em casos de estudantes e intercambistas, as categorias podem variar entre: F-1 ou M-1 / F-2 ou M-2. Essas e mais informações estão disponíveis no site oficial da embaixada americana.

No caso de vistos de imigrante as categorias variam de acordo com suas motivações, como trabalho, ou no caso de haver família no país. Esse tipo de visto costuma ter um processo mais demorado e difícil.

Passo a passo para tirar o visto americano

Segundo a Embaixada Americana aqui no Brasil, para solicitar um visto pela primeira vez é necessário fazer dois agendamentos: o primeiro, no Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) e o segundo no Consulado ou Embaixada Americana. A regra só não se aplica para moradores de Recife e Porto Alegre, que devem agendar diretamente no Consulado Americano.

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Passo 1: Preencher formulário online de solicitação de visto (DS-160)

O formulário precisa ser preenchido em inglês e está disponível aqui. Após terminar de preencher você deve imprimir e/ou salvar a página de confirmação que possui um código de barras. Anote também o ID da solicitação, além da resposta de segurança selecionada no processo – você vai precisar dessas informações para acessar o DS-160 depois.

Alerta: verifique se todas as informações estão corretas antes de enviar a solicitação. Caso hajam dados incorretos ou falsos a solicitação não será aceita.

Passo 2: Pague a taxa e agende sua entrevista

Quando finalizar seu DS-160, acesse o site do CASV e crie sua conta. Selecione a categoria do visto que irá solicitar – no caso de turismo, solicite a B1/B2. Pague sua taxa de solicitação (MRV) no valor de U$ 160,00 (cento e sessente dólares americanos) e selecione como irá receber seu visto e passaporte após a entrevista.

Caso não resida em Porto Alegre e Recife, agende seu cadastro no CASV e a entrevista na Embaixado ou Consulado. Por fim, não deixe de imprimir a página de confirmação de agendamento.

Nota: os valores da taxa de solicitação podem variar no caso de vistos de outras categorias. Você pode conferir aqui.

Passo 3: Compareça ao seu agendamento e entrevista

Em seu agendamento no CASV você terá suas digitais coletadas, bem como sua foto. Para esse momento é importante ter em mãos seu passaporte atual e anteriores (se tiver), a página de confirmação da solicitação DS-160 com código de barras de cada solicitante e a página de confirmação do agendamento no CASV. Depois disso, o próximo passo é a entrevista.

Outros documentos importantes que podem ser pedidos são:

  • Uma foto 5×5 colorida, tirada nos últimos 6 meses e com fundo branco;
  • Comprovação de que existe uma renda suficiente para pagar estadia no país;
  • Para estudantes de curto prazo: documentos com detalhamentos do curso.

Passo 4: visto aprovado e entregue

Quando seu visto for aprovado você receberá um email. O passaporte poderá ser recolhido no CASV ou via correspondência.

Dificuldades na hora de solicitar o visto: vale a pena uma assessoria?

Durante o processo de aquisição de um visto, em especial o visto americano, é importante estar atento aos mínimos detalhes para que sua aplicação não seja negada, nem que informações falsas sejam repassadas – até porque, nesse caso, você pode acabar na “black list” do visto americano e não consiga mais solicitar o visto.

Além das documentações, a entrevista para o visto acaba sendo crucial para a aceitação do turista no país e é aí que muitas dúvidas surgem sobre o que falar, como se portar e como irá funcionar todo o processo.

E apesar de ser um processo possível de ser realizado sozinho, conferindo informações na internet em sites como o da Embaixada no Brasil; contar com a ajuda de pessoas mais experientes pode ser um diferencial para tirar seu visto americano, por garantir não apenas informações verdadeiras e precisas, mas também um apoio na entrega de documentações, preenchimento dos formulários e entrevista no Consulado.

Por isso, nós aqui na Dreams Intercâmbios contamos com uma assessoria de retirada vistos, que consiste em um suporte integral durante todo o processo, facilitando e aumentando suas chances de aprovação. Para mais detalhes, você pode entrar em contato com nossos consultores clicando no link abaixo:

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Estudar Fora: checklist com 10 itens pra estar em dia antes de estudar no exterior

Fala, galera! Pode preparar a mala que a hora de embarcar está cada vez mais perto! Aqui você verá tudo que precisa deixar prontinho antes de entrar no avião, então pega o papel e a caneta e vamo nessa!

  1. Exames de proficiência
  2. Documentação de ingresso
  3. Application: solicitar cartas de recomendação
  4. Application: preparar a essay
  5. Provas de admissão (ENEM/GRE/GMAT)
  6. Passaporte e visto
  7. Seguro viagem
  8. Como levar dinheiro para o exterior?
  9. Confirmar estadia
  10. Certificado de vacinação

Como estudar fora: tudo que você precisa para ingressar em um college no exterior

Planejar uma viagem pode parecer uma missão impossível, e a responsabilidade triplica quando nossos planos são emigrar.

Nesta postagem você terá uma checklist completa para te guiar em todo o processo de entrada em uma instituição no exterior, assim como mínimos detalhes que precisam ser resolvidos ainda no Brasil.

Agora, se você ainda está em dúvida sobre estudar no exterior ou no Brasil, se liga nesse post super explicadinho sobre como fazer uma graduação (ou pós) fora.

Checklist: como estudar no exterior

Cada instituição no exterior tem seu próprio processo de ingresso e documentação necessárias – e tudo isso você pode conferir no site oficial. Porém, separamos o que costuma ser pedido pela maioria, se liga:

1. Exames de proficiência

Se você planeja estudar em um college ou instituição cujo idioma principal não é sua língua materna, provavelmente vai precisar comprovar seu conhecimento no idioma.

E pra te ajudar nessa missão de comprovar seu nível de conhecimento existem os exames de proficiência.

Na língua inglesa os mais pedidos pelas instituições são o IELTS e TOEFL e você pode conferir aqui nosso guia onde explicamos tudo sobre eles.

2. Documentação de ingresso

Estudar fora é muito mais fácil do que parece, e eu vou te provar! Em instituições do Reino Unido, Canadá e EUA as documentações solicitadas pelas instituições de ensino no exterior não são muito diferentes das pedidas por universidades no Brasil.

Tenha em mãos seu histórico escolar, certificado de conclusão do ensino médio, currículo, certificado de proficiência, cartas de recomendação, essay e portfólio (se solicitados). Simples, né?

Observação: a maioria das instituições pede que as documentações sejam traduzidas, então é bom conferir no site oficial (ou mandar um e-mail!) todos esses mínimos detalhes.

3. Application: solicitar cartas de recomendação

Apesar de não ser uma prática comum aqui no Brasil, em colleges e universidades no exterior é comum que sejam pedidas cartas de recomendação de seus professores e orientadores.

É interessante solicitar que sejam escritas o quanto antes, para não comprometer o prazo de inscrição da instituição.

4. Application: preparar a essay

Seu Personal Statement é uma grande parte de sua aplicação. Se a instituição solicitar essa redação, você deve se preparar para conquistar a vaga através dela.

A essay é o lugar onde você vai se diferenciar e mostrar porque merece estar ali. Por isso, fizemos um passo a passo pra uma essay de sucesso.

5. Provas de admissão

Provas de admissão tem como objetivo nivelar o conhecimento dos alunos sobre temas básicos e gerais, como matemática, história e o idioma falado (aqui no Brasil, o português).

No Canadá essas provas/vestibulares não são um requisito de entrada. Mas em outros países como EUA e Alemanha são bem importantes.

Fique atento: alguns colleges e universidades aceitam o ENEM como prova de admissão. Exemplo: New York University, Universidade de Lisboa e em algumas universidades do Reino Unido e França.

Checklist: o que fazer antes de sair do Brasil

Agora que você já sabe tudo que precisa para sua application, vamos separar as documentações e deixar tudo nos “trinques” pra sua viagem?

Pra não perder essa lista que fizemos, você pode salvar a página em seus favoritos. Inclusive, fica a dica: faça uma pasta nos favoritos do navegador (Google, por exemplo) com tudo que você achar importante pra sua viagem.

6. Passaporte e visto

Pode parecer óbvio, mas é sempre bom lembrar: seu passaporte precisa estar atualizado para viajar. Então corre para conferir se ele ainda está na data de validade.

Organize-se para tirar seu visto com antecedência, assim sua viagem não será comprometida por essas documentações.

7. Seguro viagem

A pergunta mais comum que recebemos é: vale a pena fazer o seguro viagem? E sim, o seguro é essencial.

Sejam amenidades como gastos com atrasos de voos até questões de saúde, um bom seguro viagem irá cobrir qualquer imprevisto que possa surgir.

E apesar do gasto “extra”, será uma dor de cabeça a menos no futuro. Principalmente se o país de destino não oferecer acesso gratuito aos serviços de saúde, como é o caso dos EUA e algumas províncias do Canadá.

8. Como levar dinheiro para o exterior?

Existem 4 formas principais de levar dinheiro na sua viagem: em cash (dinheiro vivo), cartão de crédito e débito, cartão pré-pago e remessa para o exterior.

Pra entender melhor como cada um funciona e seus prós e contras, dá uma olhada nesse post aqui.

9. Confirmar estadia

Não dá pra viajar pra outro país sem saber onde vai dormir, né?

Caso não tenha familiares ou amigos em seu destino, você pode procurar um lugar para ficar em plataformas como Booking e Airbnb, que contam com bons preços e opções diversas. Você pode alugar desde um quarto de hotel até um apartamento privado.

10. Certificado de vacinação

Apesar de ter ficado mais popular agora, durante pandemia, muitos países já pediam o cartão de vacinação para seus viajantes e imigrantes.

Confira no site oficial do país se alguma vacina é solicitada e já corre no postinho mais próximo. No caso do certificado da vacina da COVID-19, você pode tirar aqui.

Bônus: conheça o país de destino e a cultura da instituição onde vai estudar

Conhecer a cultura do local onde você vai ficar vai te salvar de muitas vergonhas e ainda te deixar mais apaixonado pelo lugar!

Tire um tempo para pesquisar sobre o clima, cultura, alimentação, hábitos, lugares para conhecer, gírias e expressões mais usadas. Tudo isso vai te preparar para sua imersão, além de ser super divertido, né?

Vai viajar? Se liga nesses posts que separamos pra você:

Custo de vida na Espanha em 2021: economize enquanto estuda no país

British Columbia: tudo sobre salário, imigração e as cidades

Custo de vida em Orlando: more na cidade dos sonhos

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Estudar fora do Brasil: passo a passo pra graduação no exterior

O primeiro passo pra estudar fora é o planejamento. Entenda quais as documentações necessárias, melhores instituições e como se planejar pra realizar esse sonho nesta postagem.

Você pode conferir nesta postagem:

  • Como estudar fora: planejamento para estudar no exterior
  • Como fazer graduação fora do Brasil
  • Application: passo a passo da sua inscrição

Como estudar fora: planejamento para estudar no exterior

Estudar no exterior é uma missão mais simples do que pode parecer. E com planejamento e paciência seu sonho pode ser realizado mais rápido do que imagina.

O primeiro passo é o planejamento. Para isso, separamos algumas perguntas para te auxiliar na preparação:

  1. Por que você quer estudar no exterior? Quais suas maiores motivações?
  2. Qual seu perfil acadêmico? Analise seu desempenho escolar e suas preferências. Talvez a universidade que você procura seja menos ou mais conservadora, com foco em artes ou ciência.
  3. Em qual idioma você pretende estudar? Você tem o nível de conhecimento adequado para estudar nesse idioma?
  4. Qual seu orçamento? Quais cursos e instituições estão dentro do seu orçamento? Ter em mente o custo de vida dos destinos também é importante.
  5. O que é importante para você? Você tem preferência de clima ou hábitos alimentares? Faça sua pesquisa sobre seus destinos preferidos e elimine aqueles que não fazem sentido.

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Como fazer graduação fora do Brasil

Existem vários caminhos para estudar no exterior, hoje vamos apresentar os três caminhos mais comuns para conseguir seu diploma em uma universidade ou college fora do país.

Pathway Program

Se você sonha em fazer um curso superior em países como Canadá, Estados Unidos e Austrália mas não tem um bom domínio da língua inglesa, o “Caminho para a Universidade” é o programa ideal para você.

Pathway no Canadá: curso que facilita a entrada em universidades no exterior

O Pathway é um curso de inglês desenvolvido para preparar estrangeiros que desejam ser aceitos em instituições de ensino superior. Escolas como a ILAC são atestadas pelos Colleges e Universidades locais e promovem aulas para quem sonha em estudar no exterior.

E funciona assim: você faz um intercâmbio para aprimorar seu inglês, e quando atingir o nível necessário para a instituição que escolheu é só mostrar a certificação do Pathway! Nada de estresse com provas de proficiência, bom demais, hã?!

Grau de Associado (Associate Degree)

O Diploma de Associado é apenas mais um caminho para estudar no exterior. Com uma duração mais curta que um bacharelado, essa formação busca desenvolver seus conhecimentos técnicos, focando em habilidades práticas para te inserir no mercado de trabalho – bem parecido com o que chamamos de curso técnico aqui no Brasil.

É possível conseguir um Associate Deegre em países como EUA, Canadá, Austrália e Holanda. No Reino Unido é conhecido como Foundation Degree (diploma de base).

O diploma de associado é um bom caminho para se preparar para seu diploma de bacharel ou para ingressar rápido no mercado de trabalho. As mensalidades dessa modalidade também são mais baixas e os processos seletivos menos competitivos pra estudar no exterior.

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Bacharelados e pós fora do Brasil

Para quem deseja fazer bacharelado ou pós no exterior as possibilidades são infinitas.

Caso você queira cursar apenas uma parte da graduação no exterior, por exemplo, existem programas de intercâmbios internos – sua instituição de ensino fará a ponte entre você e a instituição no exterior.

No caso de uma pós-graduação o processo é mais “competitivo”, contando com cinco etapas de documentos: histórico escolar ou currículo, prova de proficiência no idioma, provas como GMAT, personal statement e a entrega/análise das cartas de recomendação. Os programas podem pedir um plano de pesquisa dos alunos, além de entrevistas.

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Application: passo a passo da sua inscrição

Quando tiver em mente o que você quer e precisa para estudar no exterior, é hora de fazer uma lista com instituições e cursos. Se possível, prepare uma lista ou planilha com as informações principais.

As próprias instituições liberam todas as etapas e documentações da application. Anote tudo e crie um plano – você vai precisar de um tempo para preparar suas documentações e estudar.

Estudar Fora: checklist com 10 itens pra estar em dia antes de estudar no exterior

Separe as documentações

Nos processos de inscrição do Reino Unido, Canadá e EUA as documentações que costumam ser pedidas são:

  • Histórico Escolar
  • ENEM (algumas universidades exigem, outras deixam como opcional – para ser usado no lugar de testes como SAT)
  • Certificado de conclusão do Ensino Médio
  • Certificado de proficiência
  • Cartas de recomendação (de seus professores, orientadores ou/e chefes, colegas de trabalho)
  • Currículo (histórico profissional, atividades extracurriculares e prêmios)
  • Personal Statement

O tempo médio de preparação das documentações e realização de provas é de pelo menos 3 meses.

Ao longo do processo de application (e organização) você pode contar com a ajuda de consultorias e assessorias – que vão te direcionar durante todo o percurso e resolver burocracias.

Estude para as provas

Prepare seu idioma para as provas de proficiência e estude para sua essay – e provas de entrada da instituição que deseja estudar.

Graduação no Exterior: conheça 4 exames de proficiência em inglês

Uma boa forma de começar a estudar é fazendo simulados das provas – assim você já consegue perceber melhor seus pontos fracos e dar um foco maior a eles.

Muitos simulados e planos de estudo para essas provas estão disponíveis no Google, de graça!

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Estudar na Austrália: conheça o AQF, sistema de qualificação australiano

O AQF é uma dos sistemas de qualificação mais importantes do mundo, principalmente para quem deseja estudar na Austrália a longo prazo, sendo muito importante que você saiba tudo sobre o assunto antes de arrumar as suas malas. Por isso, elaboramos este post completo para que você saiba tudo sobre o AQF. Bora lá?

O que é o AQF?

Criado em 1995, o Australian Qualifications Framework é a política de qualificações regulamentadas no sistema de educação australiano, que tem vários objetivos específicos, influenciando diretamente na experiência do aluno dentro do sistema de ensino da Austrália. 

Dentre alguns dos objetivos do AQF, estão:

  1. Acomodar a diversidade de propósitos da educação e treinamentos australianos
  2. Contribuir para o desempenho econômico nacional
  3. Sincronizar o funcionamento do AQF com outros quadros internacionais de qualificações, como o EQF.

Mesmo com objetivos claros e diretos, o AQF costuma levantar algumas dúvidas sobre como ele funciona e o que ele representa, por isso, é importante que você saiba que segundo o próprio governo, o AQF NÃO é:

  • Um provedor de educação ou uma instituição educacional;
  • Fornecedor de avaliações ou reconhecimento das qualificações no exterior;
  • Armazenamento de registro individual do estudante;
  • Regulador do setor educacional com poderes de fiscalização;
  • Não tem conhecimento especializado de ocupações ou setores específicos;
  • Ele não lida com o licenciamento, registro ou acreditação para negócios ou profissões;
  • E não pode fornecer conselhos sobre prêmios ou acordos de emprego e salários;
  • Uma autoridade para questões de imigração ou vistos;
  • Não pode fornecer orientação sobre carreira ou curso específico.

O AQF funciona basicamente como um sistema dividido entre 10 níveis, onde a cada nível, o aluno adquire um diferente tipo de certificado, diploma ou graduação. Assim, facilita o entendimento do aluno e também do mercado sobre em qual nível do ensino superior ele se encontra atualmente.

AQF: Australia Qualification Framework
níveis do AQF

Os níveis do AQF

Os níveis do AQF são o que fazem deste sistema tão importante e funcional, pois é a partir do entendimento deles que o aluno consegue avançar no sistema de ensino superior da Austrália, sendo o nível 1 mais baixo, e o 10, mais alto.

Abaixo, entenda melhor sobre cada nível:

Nível 1 – Certificado 1

Este certificado introdutório gradua o aluno com conhecimentos de trabalho inicial e básico, não exigindo um conhecimento prévio daquela função.

Habilidades

Os alunos graduados neste nível terão habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para:

  • Realizar atividades de rotina definidas
  • Identificar e relatar questões e problemas simples

Nível 2 – Certificate 2

Assim como o certificado de introdução, neste nível o aluno ainda irá exercer uma atividade inicial e básica, mas com utilização de ferramentas específicas.

Habilidades:

Neste nível, os graduados terão habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para aplicação de métodos, ferramentas, materiais e informações para:

  • Realizar atividades definidas
  • Fornecer soluções para uma gama limitada de problemas previsíveis

Nível 3 – Certificate 3

Diferente dos certificados anteriores, os graduados deste nível terão conhecimentos teóricos, se diferenciando das atividades mais diretas e repetitivas.

Habilidades:

Neste nível, os graduados terão habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para aplicação de métodos, ferramentas, materiais e informações, recebendo conhecimentos e habilidades para demonstrar autonomia e julgamento, junto com responsabilidade limitada para:

  • Atividades de rotinas completas
  • Fornecer e transmitir soluções para problemas previsíveis e eventualmente imprevisíveis

Nível 4 – Certificate 4 

Sendo uma evolução do certificado 3, nesta etapa o graduado também terá conhecimento teórico e prática, mas com aptidão para trabalho especializado.

Habilidades:

Neste nível, os graduados terão habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para aplicação de métodos, ferramentas, materiais e informações, recebendo conhecimentos e habilidades para demonstrar autonomia e julgamento, junto com responsabilidade limitada em parâmetros estabelecidos para:

  • Completar atividades rotineiras e não rotineiras
  • Fornecer e transmitir soluções para uma variedade de problemas previsíveis e às vezes imprevisíveis

Nível 5 – Diploma

Neste nível, os graduados terão nível de conhecimento especializado e habilidades para trabalho qualificado praticado ou de instrução para outras pessoas.

Habilidades:

Contando com um conhecimento técnico e teórico em uma área específica ou ampla área de trabalho, estes graduados terão habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para que possam exercer um julgamento dentro de parâmetros amplos, mas com limites, para que possam:

  • Analisar informações para completar uma série de atividades
  • Fornecer e transmitir soluções para problemas que podem ser eventualmente complexos
  • Transmitir informações e habilidades para outras pessoas

Nível 6 – Advanced Diploma, Associate Degree

Os graduados deste nível já contam com um grande conhecimento e habilidades para trabalho de instrução com alto nível de qualificação para outras pessoas.

Habilidades:

Os graduados neste nível terão um amplo leque de habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação para selecionar e aplicar métodos dentro da tecnologia para:

  • Analisar informações para completar uma série de atividades
  • Interpretar e transmitir soluções para problemas imprevisíveis e eventualmente complexos
  • Transmitir informações e habilidades para outras pessoas

Nível 7 – Bachelor Degree

Dentro de uma universidade, é onde começam as graduações, como o bacharelado. Neste nível o graduado terá um grande leque de conhecimentos, assim como a coerência para o trabalho profissional.

Habilidades:

Neste nível os graduados têm habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação bem desenvolvidas para selecionar e aplicar métodos para:

  • Analisar e avaliar as informações para concluir uma série de atividades
  • Analisar, gerar e transmitir soluções para problemas imprevisíveis e eventualmente complexos
  • Transmissão de conhecimentos, habilidades e idéias para outras pessoas

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Nível 8 – Bachelor Honours Degree, Graduate Certificate e Graduate Diploma

Neste nível, o aluno graduado terá conhecimentos e habilidades avançadas para trabalho profissional de alta qualidade.

Habilidades:

Com habilidades cognitivas, técnicas e de comunicação avançadas para aplicar métodos e até mesmo tecnologias, estes graduados conseguem:

  • Analisar criticamente, avaliar e transformar informações para completar uma série de atividades
  • Analisar, gerar e transmitir soluções para problemas complexos
  • Transmitir conhecimentos, habilidades e ideias para outras pessoas.

Nível 9 – Masters Degree

No mestrado, os alunos têm conhecimento especializado e habilidades para pesquisa e prática profissional.

Habilidades:

Neste nível, os graduados terão habilidades técnicas e cognitivas especializadas em uma área de conhecimento ou prática, para que possa executar as seguintes atividades de forma independente:

  • Analisar criticamente, refletir e sintetizar informações, problemas, conceitos e teorias complexas
  • Pesquisar e aplicar teorias estabelecidas a um corpo de conhecimento ou prática
  • Interpretar e transmitir conhecimentos, habilidades e ideias para públicos especializados e também não especializados

Nível 10 – Doctoral Degree

O doutorado é o mais alto nível do AQF, onde os alunos terão compreensão sistemática e crítica de um campo complexo de aprendizagem e cultivo de habilidades de pesquisa especializadas para o avanço da aprendizagem e práticas profissionais de forma geral.

Habilidades:

Os graduados neste nível serão especialistas, com habilidades cognitivas especializadas, técnicas e de pesquisa em uma área disciplinar para que possa utilizar as seguintes atividades de forma independente e sistemática:

  • Envolver-se na reflexão crítica, síntese e avaliação
  • Desenvolver, adaptar e implementar metodologias de pesquisa para estender e redefinir o conhecimento existente ou até mesmo nas práticas profissionais.
  • Disseminar e promover novos insights para colegas de trabalho e também da comunidade em geral
  • Gerar conhecimento e compreensão para que possa contribuir para uma disciplina ou área de prática profissional.

A importância do AQF para o mercado de trabalho

Qualificar os estudantes é importante, mas ainda mais importante, é fazer com que esses estudantes qualificados sejam reconhecidos pelo mercado de trabalho australiano, sendo esse um dos objetivos do AQF.

Na Austrália, as qualificações são vistas como coisa séria. Em um estudo recente, feito pelo National Centre for Vocational Education Research, foi descoberto que cerca de metade dos 359 empregadores pesquisados usaram as qualificações como requisito para admissão, podendo classificar ou até mesmo desqualificar candidatos. 

AQF: Mercado de trabalho

Os resultados indicaram que as qualificações são incorporadas nas decisões de recrutamento dos empregadores, principalmente em relação as qualificações de educação e treinamento vocacional (VET), que pode ser evoluída e melhorada ao longo dos anos, facilitando o ingresso no mercado de trabalho de quem se qualifica dentro do AQF. Assim, claro, como o progresso do mercado de trabalho australiano.

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